QUEM SOMOS

A Associação Mulheres de Odun (AMO), entidade social sem fins lucrativos, tem por finalidade promover e divulgar o acesso aos bens culturais a partir de uma perspectiva educacional e cultural, com atenção especial ao recorte racial e de gênero, sendo estes os pilares estruturantes de sua formação, constituição e política.

 

Da esquerda para a direita: Adriana Moreira (Professora), Cristiane Santana (Professora), Viviane Ferreira (Cineasta), Carla Messias (Professora), Elcimar Pereira (Psicóloga).

Um grupo de mulheres que acredita e luta pela divulgação e o acesso aos bens culturais, a partir de uma perspectiva educacional e cultural, com atenção especial ao recorte racial e de gênero, acolhendo os princípios feministas de equidade, pluralidade e solidariedade como pilares estruturantes de sua formação, constituição e políticas.

A AMO nasceu em junho de 2007, como grupo de estudos Mulheres de Odun, com intuito de fomentar círculos de debate sobre produções culturais e acadêmicas de mulheres jovens, prioritariamente negras, com foco na necessidade de formação e resgate de memórias.

Em janeiro de 2009, o grupo realizou um curso sobre produção acadêmica de mulheres negras, um curso piloto que aconteceu por meio da plataforma de educação a distância – MOODLE. Esta ferramenta possibilitou integrar pessoas de diferentes regiões do país. Houve um grande número de inscrições que superou as expectativas da AMO. Eram apenas 100 vagas e, em três dias, 450 pessoas se inscreveram.

Por meio desta experiência piloto identificamos a necessidade de institucionalização do grupo e fundação da Associação Mulheres de Odun (AMO).

MISSÃO

Construir caminhos para acesso aos bens culturais por meio do empoderamento e instrumentalização de mulheres negras para elaboração e desenvolvimento de ações e metodologias estratégicas que possam propiciar melhores condições de vida à população negra. Inspirados nos princípios feministas de equidade, pluralidade e solidariedade.

OBJETIVOS

– Promover o acesso aos bens culturais com atenção especial aos oriundos da cultura afro-brasileira, africana e das diásporas africanas;

– Promover e valorizar ações culturais em todas as suas diversidades e especificidades, com especial atenção à cultura afro-brasileira, gerando vínculos com África e suas diásporas, a fim de proporcionar a construção da identidade étnico/racial;

– Promover ações com base nas noções de equidade de gênero e raça, garantindo uma educação de qualidade, igualitária, antirracista, antissexista, anti-machista, anti-homofóbica e antiadultocêntrica, contemplando as ações afirmativas em todas as suas nuances;

– Promover os direitos das mulheres negras por meio do acesso aos bens culturais;

– Promover a cultura do empreendedorismo entre negras, incentivando o recorte racial e de gênero;

– Atuar nas relações internacionais contemplando, em especial, o âmbito dos bens culturais de cooperação;

– Promover os direitos das crianças, adolescentes, idosos e deficientes físicos, especialmente, no que tange à valorização da construção da identidade por meio do acesso aos bens culturais, levando em consideração o recorte racial e de gênero.

CURRÍCULO DAS AMETES

Adriana de Cássia Moreira

Mestre em Letras pela USP. Trabalhou na construção e coordenação de cursinhos populares. Atuou como professora na educação básica nas redes públicas e particulares. Assessora para assuntos ligados à educação, cultura e juventude da AEUSP – Associação de Educadores da USP. Trabalha com formação de professores sobre o ensino de língua portuguesa, educação em direitos humanos e das leis 10.639/03 e 11.645/08. Foi Coordenadora do Núcleo de Ação Educacional do CEU Butantã e no momento é coordena a implantação do Pólo Jardim Esmeralda do programa Universidade Aberta do Brasil – UAB na cidade de São Paulo.

Cristiane Santana Silva

Mestre em letras pela USP. É professora de língua portuguesa e atua como técnica pedagógica no Núcleo de Educação Étnico-racial da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. Tem experiência na formação de professores em cultura e história africana e afro-brasileira e atualmente, além de atuar na Associação Mulheres de Odun, ministra aulas de literatura infantil no ensino superior privado.

Viviane Ferreira

Cineasta e advogada com atuação voltada para direitos autorais, direito cultural e direito público. Com um olhar cinematográfico referenciado no cinema de Zózimo Bulbul e Glauber Rocha, assina a direção dos documentários: Dê sua ideia, debata; Festa da Mãe Negra; Marcha Noturna e Peregrinação. Na ficção inicia com o curta experimental “Mumbi 7 Cenas pós Burkina” estrelado por Maria Gal. E chega ao Festival de Cannes -2014 com o curta-metragem “O dia de Jerusa” estrelado por Léa Garcia e Débora Marçal. Preside a Associação Mulheres de Odun e é Sócia-fundadora da empresa Odun Formação & Produção.

Carla Messias

Professora de Língua Portuguesa e Língua Inglesa da rede pública do estado de Mato Grosso (SEDUC/MT). Mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem (LAEL) pela PUC-SP e Universidade Nova de Lisboa, Portugal. Doutora em LAEL pela PUC-SP e pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Genebra (FAPSE-UNIGE). Colaboradora do grupo de pesquisa GRAFE-FORENDIF da (FAPSE-UNIGE). Membro do conselho da Associação Mulheres de Odun (AMO).

Elcimar Dias Pereira

Possui graduação em Psicologia pela UCG. Realizou o mestrado no Programa de Estudos Pós Graduados em Psicologia Social PUC-SP. É doutora em Psicologia Social do Programa de Psicologia Social da PUC estou o Programa de Ação Afirmativa do Instituto Rio Branco. Foi coordenadora de Projetos no Grupo Transas do Corpo – organização feminista que trabalha com pesquisa e formação em gênero e sexualidade. Trabalhou como coordenadora pedagógica do Programa nacional de Inclusão digital Telecentrosbr. Foi supervisora de Projetos Sociais pela rede de solidariedade Maristas. Em 2010 e 2011 participou do Programa de Formação Complementar da Missão do Brasil na ONU – Genebra – Suiça. Atualmente é Sócia-fundadora da empresa Odun Formação & Produção.

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Um comentário sobre “QUEM SOMOS

  1. Parabenizo a iniciativa dessas mulheres negras em sua resistência de está propagando disseminando o conhecimento, informação a outras mulheres. Fiz minha inscrição no curso e desejo ser contemplada para que de posse desse saber, multiplicar como única ferramenta de resistência que lançamos mão.

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